
Eu amo a minha vida, mas não a desejo a niguém.
Não por ela ser ruim, não por isso.
Mas por acreditar que cada um deve construir a sua vida e, ao longo dela, re colher duas alegrias e decepções, suas vitórias e suas derrotas.
E o que haveria de ser da pessoa que a vivesse?
Que graça teria sentir, comer, viver tudo o que uma pessoa já viveu?
A vida é uma caminho que trilhamos ao longo do tempo. E cabe anós decidir em que curvas entrar, que retornos pegar... Sem saber no que vai dar!
É como um desenho que pintamos durante toda a nossa vida, com rabiscos inapagáveis (pois não se volta no tempo).
O meio em que vivemos, nos ajuda a construir esse caminho. Isso mesmo!
Mas há também a interferência das próprias pessoas que vivem esta vida.
Parece não ter lógica tudo isso, mas eu só estou escrevendo, pois sempre vejo pessoas reclamando da vida (é só sair na rua para ver), mas elas se esquecem que a vida é o que se constrói dela e se as coisas estão ruins, a culpa não e de ninguém além delas mesmas.
Por isso, antes de decidir o que você fará da sua vida, pense muito bem, mas não muito.Pois - como disse Cazuza - o tempo não pára, muito menos para nossas auto-avaliações. O jogo da vida é rápido, requer muito de quem joga.
Nenhum comentário:
Postar um comentário